O embrião da Faculdade
Maurício de Nassau surgiu em 1993, quando foi criado o Bureau Jurídico -
Complexo Educacional de Ensino e Pesquisa, com o objetivo de preparar
candidatos para concorridos concursos públicos.
Mais tarde, surge o BJ Colégio e Curso, e em
2003, com a publicação no Diário Oficial da União da Portaria 1109, do MEC,
nasce oficialmente a Faculdade Maurício de Nassau, mantida pelo ESBJ - Ensino
Superior Bureau Jurídico Ltda.
A decisão de criar a Faculdade Maurício de
Nassau partiu de um sonhador, empenhado no desenvolvimento de um projeto de
educação superior de qualidade, homenageando a figura do extraordinário
empreendedor Maurício de Nassau reconhecida por todos os brasileiros.
Com o mesmo empreendedorismo e ousadia do
personagem histórico, em pouco mais de quatro anos de existência, a Faculdade
Maurício de Nassau se consolida como uma das instituições de ensino que mais
cresce no Brasil, com campi em seis cidades do Nordeste. Em 2008 passa a integrar
o maior grupo educacional do nordeste – o Grupo Ser Educacional. Em 2012, foi
conferido à Faculdade Maurício de Nassau em Recife o credenciamento como centro
universitário, ao atender todas as exigências do Ministério da Educação (MEC)
para a conquista da credencial. O MEC, através da portaria Nº 701 do ministro
Aloizio Mercadante, atestou a nova etapa da instituição, agora UNINASSAU -
Centro Universitário Maurício de Nassau. Em todos os seus cursos de graduação e
em seus cursos e programas de pós-graduação, há espaço acadêmico, sob a forma
de atividades complementares, seminários, simpósios e eventos similares, para o
desenvolvimento de estudos e pesquisas sobre as raízes do Nordeste e do Brasil,
suas figuras históricas e sua gente.
Declaração de Salamanca: 20 anos pela educação para todo
David Rodrigues
Para se construírem sociedades abertas e solidárias é preciso construir antes de mais uma Educação Inclusiva.
Dia 7 de Junho próximo, faz vinte anos que se
iniciou em Salamanca uma Conferência promovida pela UNESCO. Desta
conferência saiu uma Declaração que foi subscrita por 92 países – entre
os quais Portugal – e mais 25 organizações não-governamentais. Esta
Declaração tem uma importância seminal no aprofundamento de uma
perspetiva de “educação para todos”.
Antes de 1994, existiam já documentos
internacionais que proclamavam o direito de todas as pessoas à Educação.
Por exemplo, a Declaração Universal dos Direitos do Homem (DUDH) de
1948, afirma no seu artigo 26º que “Toda a pessoa tem direito à
educação. A educação deve ser gratuita pelo menos a correspondente ao
ensino elementar fundamental. O ensino elementar é obrigatório (…)”. Na
decorrência da DUDH muitas foram as declarações e convenções que
confirmaram este direito universal à Educação. Mas então o que há de
novo, de original, na Declaração de Salamanca? É, talvez, a forma como
este direito deve ser concretizado. Senão vejamos: Ainda no preâmbulo da Declaração de Salamanca se diz (e vale a pena voltar a ler): “(…)
as crianças e jovens com necessidades educativas especiais devem ter
acesso às escolas regulares, que a elas se devem adequar através duma
pedagogia centrada na criança, capaz de ir ao encontro destas
necessidades, (…) as escolas regulares, seguindo esta orientação
inclusiva, constituem os meios mais capazes para combater as atitudes
discriminatórias, criando comunidades abertas e solidárias ,construindo
uma sociedade inclusiva e atingindo a educação para todos; além disso,
proporcionam uma educação adequada à maioria das crianças e promovem a
eficiência, numa ótima relação custo-qualidade, de todo o sistema
educativo.” Estes dois parágrafos têm um alcance ético e
implicações práticas extraordinárias. Quando se afirma que as escolas
regulares se devem adequar às necessidades dos alunos, está a traçar-se
uma linha divisória muito clara entre uma conceção de educação que está
“lá em cima” (e que os alunos têm que “escalar”) e outra conceção em que
a escola não está nem em cima nem abaixo dos alunos: está ao seu lado.
Está ao lado dos alunos porque os conhece, conhece o seu contexto,
conhece os valores que lhe foram transmitidos até então, conhece a forma
como o aluno aprende melhor, conhece a forma como ele se relaciona,
enfim, conhece o tempo que ele precisa para aprender o que é necessário
para ser um cidadão útil e ético. Afirmar numa Declaração Internacional
que a escola tem a obrigação – sob pena do seu insucesso como
instituição pública – de servir competentemente a todos os alunos, é
original e, mais do que isso, é uma referência que devia ser tomada como
princípio inspirador de toda a pedagogia que se pratica na escola. No
segundo parágrafo afirma-se que as escolas regulares são os meios mais
eficazes de combater as atitudes discriminatórias e de criar comunidades
abertas e solidárias (…). De novo as escolas regulares são convocadas
para serem aquilo que por vezes esquecem que são: escola para todos sem
qualquer exceção, Escolas Públicas. É certo que existem forças, atitudes
e opiniões que querem que a escola pública se esqueça daquilo que deve
ser: há normas que encorajam a seleção e a segregação dentro da escola,
há opiniões que barram e desencorajam que todos os alunos se possam
matricular e ter sucesso na escola da sua comunidade, há professores que
acham que não há qualquer alternativa a cumprir o “sacrossanto”
currículo (e “daquela” forma), há pais que desconfiam das escolas que
são frequentados por alunos pobres ou com deficiências, etc. etc. Mas
Salamanca aqui está. Vinte anos depois a dizer, a proclamar e a apontar
o caminho que é preciso fazer e trilhar para se construírem sociedades
abertas e solidárias. E avança com os meios que são necessários para
isso: construir antes de mais uma Educação Inclusiva. Dia 7 de
Junho uma associação de professores “Pró-Inclusão” e uma associação de
Pais “Pais em Rede” vão realizar às 10h00 no auditório 3 da Fundação
Calouste Gulbenkian uma sessão comemorativa da Declaração de Salamanca.
Uma sessão aberta e inclusiva. E gostava de deixar aqui uma
sugestão a todas as escolas e em particular aos colegas que têm
responsabilidade na sua gestão: afixem na entrada da escola um cartaz
grande, bonito e bem visível que diga: “O compromisso desta escola é
educar os nossos alunos o melhor que todos sejamos capazes”. Foi isto que nos ensinou a Declaração de Salamanca que esta semana faz vinte anos. Professor Universitário, Presidente da Pró- Inclusão – Associação Nacional de Docentes de Educação Especial Disponível em: http://www.publico.pt/sociedade/noticia/declaracao-de-salamanca-20-anos-pela-educacao-para-todos-1638729?frm=pop
Sensibilizar as escolas a entender o quanto é importante
adequa o seu espaço físico para que o deficiente transite por ela de forma mais
fácil, desejo com esse projeto ajudar os alunos com deficiência a ter uma
melhor acessibilidade na escola.
O objetivo é mostrar as
necessidades que o deficiente passa no espaço físico da escola quando essa não
é adequada para o receber.
Acontecera palestras com os
pais e alunos, com apresentação de peça teatral abordando o assunto realizado
pelos professores. Ira ser convidado deficientes com a intenção de que eles
conte o quanto é difícil estudarem em escola que não estão preparados para receberem e, chamando também a atenção das autoridades
é responsáveis pelo cuidado da acessibilidade nas escolas. Para que eles venham
resolver esses problemas nas escola.
Para saber se os alunos
prestarão atenção no assunto abordado através da palestra e do teatro, eles
estarão sendo avaliado de forma interdisciplinar na matéria de português onde
eles ira fazer uma redação sobre o tema depois de terem feito uma pesquisa
sobre o assunto, através de livros e pela internet para que com essa pesquisa seja avaliado a coesão
e a coerência da quantidade de deficientes no Brasil e em que região se
localizar a escola que tenha o maior número deles e fazer uma pesquisa história
e saber o que a ciência tem feito para ajuda-los, e será também
avaliado de forma qualitativa, isso quer dizer que os alunos serão observados
durante as atividades, como foi sua interação, como foi sua participação e
interação com seus colegas sobre o conhecimento do assunto.
Informática, Diagnóstico em
continuidade.
Estaram inserido no projeto.
Este projeto foi feito pelos
alunos:
José Paulo Santos Nunes
Gilmaria Nunes Santos
Do curso de Pedagogia da
Faculdade Mauríciu de Nassau.